quarta-feira, 25 de março de 2015

Resenha do filme Das Experiment

Efeito lúcifer, onde as pessoas tendem a ter um lado bom e um mau, citamos a obra O medico e o monstro que define muito bem este efeito. 
O filme alemão de 2001, retratando uma experiência de aprisionamento, que acabou em uma tragédia, foi inspirada na experiência da faculdade de Stanford, EUA. Em 1972
Para dar mais êxtase e frenesi ao filme, foi acrescentado algumas partes que poderiam ser adaptadas e acrescentadas para a motivação de levar o publico à assistir. Levando diversos prêmios e sendo criticado/amado por críticos, este filme deu-se muita polemica em relação ao real conteúdo do experimento real, o próprio cientista Philip Zimbardo, ao assistir ao filme, rapidamente escreveu uma nota para dar satisfações e explicando o que realmente foi real e fictício no filme.
A violência retratada no filme é consequência de um comportamento que foi primeiramente motivado por dinheiro, no filme os guardas estavam no primeiro dia sendo companheiros e até agindo com boa conduta para com os presos, decorrente a isso se foi dado um amplo espaço para brincadeirinhas e comportamentos duvidosos.
O estopim foi, a dura que os guardas receberam do principal responsável pelo experimento, fazendo com que fosse motivado um comportamento diferente, e assim tratando os ‘presos’ como realmente pessoas aprisionadas em qualquer outra prisão.
Para ser um experimento ‘seguro’ foram observadas varias regras, uma delas foi a da não violência com os presos, seguindo a regra para os primeiros dias os guardas usaram de humilhações e terror psicológico para deter os presos de arruaças.
Pelo behaviorismo radical de Skinner, se dá ao ser humano, meios de recompensas – o reforço negativo/positivo; e a punição-. No filme é claramente mostrado, que os guardas reforçando com pressões atingem que maior violência os presos. Já que a violência psicológica às vezes tende ser muito mais devastadora que a física.  


Seguindo isso, e colocando para o filme, quando o ambiente sofre grandes transformações, o individuo também sente essas mudanças que no filme foram negativas, tornando ambos os comportamentos (presos – guardas) duvidosos e estranhos. Num ambiente de confinamento é natural sentirmos motivados a vários comportamentos que não é aceito ao meio comum, para uma pessoa privada de seu direito de ir e vir, é normal ações como rebeldia e transtornos mentais.
Retornando ao filme é de importância citar que desde o começo este comportamento foi-se gerado com a intervenção dos cientistas. Inicialmente foi se dado o estimulo > dinheiro, depois o reforço (positivo) com o que cada um iria fazer com o seu dinheiro.  Mas, para que todos recebessem, o experimento teria que dar certo, com isso os guardas usaram de punições para conseguir levar o experimento até o final, com humilhações e submissão dos presos. Os guardas queriam impor tais comportamentos para os presos para assim, chegarem ao final com todos recompensados – para ao final do filme não foi o que necessariamente foi feito –.
A importância de testes/entrevistas, para os cientistas que buscavam pessoas que poderiam dar a experiência um maior frescor, como a seleção dos personagens para guardas e policiais, a escolha foi feita com critérios; o taxista que tinha tendências a claustrofobia por momentos vividos na infância, e por ser uma pessoa questionadora, em contra partida o guarda com tendências ao fascismo, que ditou as normas e extrapolou o poder dado.
Ao todo, a descaracterização dos presos, tendo como proibição o próprio nome, durante a estadia da prisão sendo chamados somente por números, o ambiente vivido pelos presos, as pressões e humilhações sofridas. Decaí que; num ambiente hostil e controlado por outras pessoas, a vivencia conjunta de indivíduos interpretando papeis são regidas pelo seu comportamento, decaindo até o descontrole mental e físico das pessoas.







Palestra no TED -   Philip Zimbardo 












Nenhum comentário:

Postar um comentário

Copyright © 2013 | Design e Código: Amanda Salinas | Tema: Viagem - Blogger | Uso pessoal